Cirurgia Refrativa

Cirurgia Refrativa Lasik

Se você deseja ficar mais jovem, mudar o visual, praticar esportes sem os incômodos óculos e não suporta mais usar lentes de contato, faça uma avaliação oftalmológica e procure se informar da mais nova técnica cirúrgica para correção de Miopia, Hipermetropia e Astigmatismo com o uso de EXCIMER LASER. Essa técnica cirúrgica é chamada de LASIK. LASIK é a abreviação do termo inglês “laser-assisted in situ keratomileusis”, e já é uma das mais populares cirurgias na atualidade.

O método LASIK começou a ser utilizado em cirurgias oculares no Brasil em 1994 e utiliza a energia do excimer laser, que é uma forma de laser das mais conhecidas e seguras para correção de erros refrativos. O excimer laser foi originalmente criado em 1970 e era utilizado em outras áreas como informática e indústria alimentícia, e é chamado de “laser frio” pois não produz calor, nem queimaduras, simplesmente vaporiza a córnea, permitindo esculpir a córnea e modelar sua curvatura para eliminar as dioptrias ou “graus” da miopia, hipermetropia ou astigmatismo.

Defeitos visuais que podem ser corrigidos com o lasik

1. MIOPIA: É a alteração na qual as imagens são formadas antes da retina, o que faz com que seus portadores tenham a visão desfocada para longe;

2. ASTIGMATISMO: É uma deformação de um dos dois eixos da curvatura da córnea, provocando uma distorção tanto para longe quanto para perto, pela formação de imagens em pontos diferentes da retina.

3. HIPERMETROPIA: É a alteração na qual as imagens são formadas depois da retina, o que faz com que seus portadores tenham dificuldade principalmente na visão para perto. Não deve ser confundida com a presbiopia.

A técnica do LASIK se baseia no uso de um delicado instrumento de corte chamado microcerátomo . Fazemos um corte, semelhante a uma “fatia” ou “lamela” ou “flap” nas camadas mais anteriores da córnea, deixando um dos lados desta “lamela” aderido a córnea, e delicadamente levantamos esta “lamela” de tecido; então o excimer laser é aplicado remodelando a forma da córnea. A seguir a “lamela” é recolocada de volta ao lugar, como se fosse uma “tampinha de laranja”. Candidatos ao LASIK O procedimento de LASIK é melhor indicado em pacientes acima de 18 anos de idade com graus estabilizados, com até 12 graus de miopia, 05 graus de hipermetropia e 05 graus de astigmatismo e que não possuam outros problemas oculares associados. A presbiopia ou “vista cansada” que ocorre após os 40 anos de idade não é corrigida por esta técnica. Expectativas da cirurgia Geralmente 70% dos pacientes alcança 100% de visão sem o auxílio de correções ópticas adicionais. A maioria restante continuam aptos a dirigir sem lentes corretivas.

Preparos para a cirurgia Antes de se submeter a cirurgia de LASIK o paciente deve consultar o oftalmologista que fará um estudo completo do olho a ser operado: refração adequada, topografia e estudo de paquimetria da córnea, qualidade do filme lacrimal, o cristalino, estado da retina , pressão intra-ocular, entre outros. A Cirurgia A cirurgia poderá ser realizada em ambos os olhos no mesmo ato cirúrgico ou operar um olho e programar o outro para outro dia. Após o olho a ser operado ter sido anestesiado por meio de gotas de colírio anestésico, colocamos o blefarostato que é um pequeno instrumento que afasta as pálpebras evitando que o paciente pisque. Em seguida utilizando um microcerátomo levantamos uma fina camada da córnea “flap”, durante este processo o paciente sente uma pequena pressão, a visão embaça, mas não sente dor. Pedimos então para que fixe um ponto vermelho acima do olho enquanto aplicamos o laser. Em seguida, reposicionamos o flap corneano que cola de imediato sem necessidade de pontos. Colocamos uma lente de contato que deverá ser retirada no consultório 4 horas após a cirurgia. O tempo total da cirurgia em um olho dura cerca de 10 minutos.

Algum desconforto como sensação de areia nos olhos pode ocorrer e desaparece entre 12 a 24h. Riscos cirúrgicos A cirurgia de LASIK é um procedimento cirúrgico e possui todos os riscos atribuíveis a qualquer procedimento desta natureza. No entanto, é um procedimento altamente satisfatório na maioria dos casos bem escolhidos.

Embora raríssimas, complicações podem ocorrer: o oftalmologista pode acidentalmente cortar a lamela corneana de modo errôneo ou recoloca-lá causando dobras, o que causa diminuição da acuidade visual e que às vezes não podem ser corrigidas nem com o uso de óculos e lentes de contato. Em casos extremos transplante de córnea se faz necessário.